Para aumentar as vendas, uma das opções é prospectar clientes. No setor imobiliário, isso pode ser feito com a análise de dados

O bigdata é um conjunto de soluções que unifica e automatiza a coleta, a análise e todo processamento de dados gerados dentro de um sistema. Ele é capaz de fazer a conexão das informações de várias áreas aumentando a taxa de conversão.

Achou confuso? Fique tranquilo porque é simples de entender: com os dados estruturados, qualquer empresa do mercado imobiliário pode encontrar as melhores soluções (e os imóveis mais adequados) para aumentar a sua competitividade.

Esses dados podem ser, por exemplo, os registros dos mecanismos de buscas, as curtidas das suas páginas ou o compartilhamento das suas postagens.

BigDATA

É importante observar que essa análise desses resultados traz uma ótima oportunidade de negócio – porque você vai saber exatamente o que oferecer ao seu cliente.

Se você consegue ter esses retornos, obviamente terá capacidade para fazer a prospecção de clientes conforme o perfil deles. O resultado? Para o mercado imobiliário, essa “automatização” otimiza tempo e é eficaz para a tomada de decisão.

Essa estratégia digital pode combinar fatores (preços, opções de financiamento, tipos, mercado, diferenciais). Tire suas dúvidas sobre o financiamento imobiliário.

Por exemplo, um apartamento do “Minha Casa Minha Vida” pode ter a ver com um banco de dados que tem as principais cadeias de consumo do país e, até mesmo, as operadoras de telefonia.

Já os empreendimentos de alto padrão podem estar relacionados a localizações de sites de luxo ou shoppings centers de regiões nobres.

Conseguiu entender a importância do bigdata? Separamos alguns tópicos que vão facilitar a sua compreensão sobre a importância dele para o mercado de imóveis, leia!

Os bancos de dados gratuitos

Existem bancos de dados para o mercado imobiliário que são gratuitos e que podem ser usados para precificar todos os tipos de imóveis, conforme a realidade do mercado.

A democratização da informação

Com os vários bancos de dados disponíveis na atualidade, o comprador em potencial tem mais facilidade em comparar preços antes de efetuar a compra.

As planilhas de documentos

Montar planilhas (no excel, por exemplo) pode facilitar a gestão dos clientes, a partir da inserção de informações que podem ser categorizadas por filtros. Com isso, é possível verificar se existe algum consumidor com o perfil para cada tipo de imóvel.

Ainda que seja bem mais trabalhosa, essa é uma forma de analisar dados – lembre-se que estamos apenas citando exemplos.

CRM imobiliário

CRM Imobiliário

Gerar relatórios e otimizar a gestão tem a ver com o CRM imobiliário, que consegue analisar as métricas e os resultados, enviando lembretes, cruzando informações e antecipando o comportamento do mercado.

Essa é uma tecnologia mais avançada e a partir desse sistema é possível ter todos os dados em um lugar só.

Mas, como entender a eficiência de um bigdata?

Com a internet, houve uma popularização de informações. Quando elas estão espalhadas no mundo online, nada faz sentido. Mas, quando são estruturadas, podem resultar em referências para os futuros vendedores.

No caso do setor imobiliário, a questão é conseguir ter uma estratégia competitiva a partir dos clientes, imóveis, regiões, valores e outras categorias – fazendo uma combinação entre eles.

De forma geral, o bigdata trabalha com o que ficou conhecido como “3 Vs”.

O 1º V é o volume. Nesse caso, a ideia é ter muitas informações relevantes. Quanto mais dados, maior a chance de ter uma análise assertiva.

Depois, o outro V, é o de velocidade. No mundo digital, tudo acontece de forma muito rápida e qualquer situação pode mudar em questão de segundos. É importante, portanto, ter dados sempre atualizados.

Outro V é o da variedade. Os dados sozinhos não são úteis, certo? Você pode saber que tem compradores de imóveis de luxo no mercado, mas o que adianta se você não conhecer as opções desses empreendimentos no mercado?

Cruzar as informações é muito importante… Especialmente no mercado imobiliário brasileiro, que é tão concorrido.

O bigdata para reconhecer o potencial dos imóveis

As maiores imobiliárias do país, assim como os bancos, têm utilizado o bigdata para entender o potencial de determinados imóveis a partir do comportamento dos consumidores.

Por exemplo, com as informações coletadas é possível relacionar um determinado cliente com certa região – isso faz com que essas empresas consigam entender qual anúncio vale a pena para determinado mercado.

O mais importante é observar que não é a quantidade de dados que é importante, mas sim o que as empresas do setor de imóveis fazem com eles. Inclusive, veja como montar o escritório ideal para sua empresa.

O bigdata não considera a produção das unidades para um público já comprometido (built-to-suit), mas sim por uma fatia do mercado que tem poder de compra e é estipulada pelo valor de renda da família em relação ao financiamento.

Confira 3 aplicações dessa tecnologia no mercado imobiliário!

1 – O crescimento da área urbana

O crescimento da área urbana é uma realidade, logo, é necessário planejar muito bem os empreendimentos imobiliários – para que fiquem alinhados com a necessidade e o desenvolvimento do mercado.

Por exemplo, a coleta de informações é importante para saber sobre a mobilidade e a segurança do local, aumentando a percepção do valor por parte do público-alvo.

2 – A mudança do perfil dos consumidores

O perfil dos consumidores de imóveis muda ao longo das décadas.

Se antes era necessário ter um leque grande de imóveis grandes, para famílias grandes – hoje a realidade é outra: os pequenos e confortáveis apartamentos bem localizados. Veja diversos projetos arquitetônicos mais bonitos do mundo que irão te inspirar.

Essa é uma analise que tem que ser feita, especialmente para entender as tendências do mercado de imóveis no país.

Mercado Imobiliário

3 – A alteração do mercado financeiro

Quando o poder aquisitivo da população cai, as vendas também tendem a ter o mesmo caminho.

Com essa visão, o big data pode ajudar a compreender as prioridades dos compradores de imóveis – comparando o poder aquisitivo de cada região com os preços mais competitivos. Isso pode aquecer as vendas, não acha?

Até as mudanças políticas habitacionais afetam o mercado. 

O bigdata como ferramenta para vendas de imóveis

Compreender o seu mercado de atuação é muito mais fácil com a tecnologia. E as vantagens aparecem tanto para quem vai comprar (que pode pesquisar com mais facilidade) quanto para quem vai vender (que pode ter campanhas mais assertivas).

O bigdata é uma excelente ferramenta – e oportunidade – para as empresas aumentarem as vendas com inteligência operacional.

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