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Regime de contratação ajuda a diminuir custos com funcionários, mas para quem vale a pena?

Nos últimos meses, o fantasma da terceirização de serviços assombrou os brasileiros, depois que ascenderam relatos envolvendo uma grande reforma trabalhista. Mas, antes de ter medo do assunto, é preciso entender como ele funciona.  Afinal, trabalhar é preciso. Não é mesmo?  

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Mas, como funcionam os serviços terceirizados?

Certamente, ao ir a um banco, por exemplo, você já deve ter notado que os trabalhadores da limpeza e da segurança não são empregados do próprio banco. Normalmente, eles ostentam uniformes que facilmente os identificam como prestadores de serviços ou, em outros termos, eles são funcionários de outra empresa.

Isso significa que o banco contratou uma empresa de limpeza (ou de segurança) que fornece a mão de obra da qual o banco necessita, em vez de ter empregados próprios para isso.

O principal motivo que leva ao aumento da terceirização no Brasil, e também em outros países, está relacionado com a diminuição dos custos que as instituições têm com a contratação de funcionários.

Já que é muito mais barato contar com a mão de obra de empresas terceiras, do que arcar com os gastos estabelecidos nas Leis de Trabalho e eventuais problemas, como segurança e possíveis indenizações.

Isso acaba com os nossos direitos CLT?

Muita gente quando ouve falar em terceirização fica apavorado por achar que a contratação neste regime vai acabar com os direitos trabalhistas pela conhecida CLT – “Consolidação das Leis de Trabalho”, decreto que regulamenta as relações individuais e coletivas entre empregadores e empregados.

Mas vamos com calma, está bem? Uma coisa não anula a outra. Alguns empregados terceirizados podem continuar trabalhando com “carteira assinada” com a prestadora de serviço. A grande diferença é que as obrigações sobre nós são de responsabilidade desta empresa que nos contratou e não da qual estamos prestando o serviço.

Por exemplo, se você é funcionário de limpeza de um banco, seu vínculo empregatício é com a empresa que o contratou e não com o banco. Mas os seus direitos garantidos na CLT continuam garantidos.

 

Acontece que a prática divide opiniões na contratação de serviços terceirizados

É claro que tudo que envolve os direitos dos trabalhadores dividem opiniões. Por exemplo, antigamente, as grandes montadoras, por exemplo, empregavam seus funcionários de maneira direta. O tempo passou, o mundo mudou, e estas empresas passaram a contratar mão de obra de serviços terceirizados, o que significou uma diminuição nos salários dos empregados terceirizados, em relação aos contratados diretos.

Quem defende a terceirização de serviços acredita que a prática possa aumentar a oferta de empregos, reduzir custos operacionais e baixar o preço dos produtos para o consumidor final, já que a contratação destes profissionais pode representar uma grande economia para as empresas.

Quem é contra defende que isso pode levar à uma degradação das condições de trabalho, além de desestruturar o mercado e representar disparidade nos salários dos empregados, como citei no exemplo acima.

Terceirização: certo ou errado?

Não dá para afirmar o que é certo e o que é errado, nem tomar tudo como uma regra. Em alguns casos, aceitar a terceirização como meio, e não como fim, pode abrir muitas portas para o desenvolvimento profissional. O mundo está mudando!

 

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